Arquivo do mês: maio 2016

Novas espécies: Última semana de maio

por Piter Kehoma Boll

Aqui está uma lista de espécies descritas de 22 de maio a 31 de maio. Ela certamente não inclui todas as espécies descritas. A maior parte das informações vem dos jornais Mycokeys, Phytokeys, Zookeys, Phytotaxa, Zootaxa e International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology.

Plakobranchus papua Meyers-Muñoz & van der Velde, sp. n., uma nova espécie de bela lesma-marinha descrita essa semana.

Plakobranchus papua Meyers-Muñoz & van der Velde, sp. n., uma nova espécie de bela lesma-marinha descrita essa semana.

Plantas

Fungos

Esponjas

Anelídeos

Moluscos

Dragões-da-lama

Nematódeos

Aracnídeos

Crustáceos

Insetos

Peixes de nadadeiras rajadas

Lissanfíbios

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Sexta Selvagem: Tocandira

por Piter Kehoma Boll

As florestas tropicais das Américas Central e do Sul abrigam essa pequena, porém assustadora, criatura, a tocandira Paraponera clavata. Temida por pessoas vivendo onde é encontrada, a tocandira é uma das mais venenosas formigas do mundo. O nome “tocandira” é derivado do Tupi e significa “dói muito”, fazendo uma referência à terrível dor da picada. Em inglês ela é chamada de “bullet ant”, fazendo referência à dor causada por um tiro, a qual se diz ser a mais próxima analogia para a dor de uma picada de tocandira. Em espanhol ela é às vezes chamada de “hormiga 24 horas” porque a dor é dita durar um dia inteiro.

Uma tocandira operária. Foto de Geoff Gallice.*

Uma tocandira operária. Foto de Geoff Gallice.*

A tocandira é encontrada na região Neotropical de Honduras e Nicarágua até o Paraguai. Seus ninhos são construídos na base de árvores, sob o solo, e as operárias procuram por alimento principalmente no tronco e na copa da árvore diretamente acima do ninho e em árvores próximas, às vezes explorando o solo. Elas são formigas predadoras, alimentando-se principalmente de artrópodes, mas também consumindo néctar.

Considerada uma formiga primitiva, a tocandira não possui polimorfismo em sua casta operária, isto é, todas as operárias possuem a mesma aparência geral. A rainha também não é muito diferente das operárias.

A horrível picada infligida por essas formigas é usada como forma de defesa. Ela contém uma neurotoxina conhecida como poneratoxina que causa paralisia ao bloquear a transmissão sináptica. Ela é efetiva pelo menos contra vertebrados e artrópodes. Apesar disso, o povo Sateré-Mawé do Brasil usa as picadas da formiga em um ritual sádico para se tornar um “guerreiro”. Para isso, um pobre menino precisa pôr sua mão dentro de uma luva preenchida de tocandiras e deixá-la lá por dez minutos. Como resultado o braço do menino se torna paralisado por dias e ele pode convulsionar incontrolavelmente devido ao efeito do veneno. E ele precisa repetir esse ritual 20 vezes!

Só consigo pensar que humanos… ah, deixa pra lá.

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Referências:

Piek, T.; Duval, A.; Hue, B.; Karst, H.; Lapied, B.; Mantel, P.; Nakajima, T.; Pelhate, M.; Schmidt, J. O. 1991. Poneratoxin, a novel peptide neurotoxin from the venom of the ant, Paraponera clavata. Comparative Biochemistry and Physiology Part C: Comparative Pharmacology, 99 (3): 487–495.

Wikipedia. Paraponera clavata. Disponível em: < https://en.wikipedia.org/wiki/Paraponera_clavata >. Acesso em 25 de maio de 2016.

Young, A. M.; Herrmann, H. R. 1980. Notes on foraging of the Giant Tropical Ant Paraponera clavata (Hymenoptera: Formicidae: Ponerinae). Journal of the Kansas Entomological Society, 53 (1): 35–55.

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Libélulas machos não são tão violentas quanto se pensava

por Piter Kehoma Boll

Machos e fêmeas são definidos por seus gametas. Machos possuem gametas minúsculos, geralmente móveis, enquanto fêmeas possuem gametas muito grandes que geralmente não se movem. Isso significa que fêmeas produzem menos gametas, mas investem muitos recursos em cada um, isto é, os gametas femininos são caros. Por outro lado, os gametas masculinos são muito baratos, pequenos e produzidos em grandes quantidades. Como resultado dessas diferenças, machos e fêmeas têm diferentes interesses durante o sexo.

Como fêmeas produzem gametas mais caros e menos numerosos, elas tendem a ser muito seletivas sobre quem elas deixam fertilizá-los. Mas machos se beneficiam de fertilizar cada gameta feminino que encontram no caminho. Em outras palavras, as fêmeas querem qualidade e os machos querem quantidade. Essa diferença de interesses é chamada conflito sexual e é uma poderosa força evolutiva.

Uma adaptação evolutiva que tem sido vista como resultado de conflito sexual é o sistema de acasalamento em odonatos (libélulas e donzelinhas). Durante o sexo, uma libélula macho agarra o pescoço da fêmea usando um aparato de agarramento no final de seu abdome. A fêmea é então induzida a conectar a ponta do seu abdome aos segundo e terceiro segmentos do abdome do macho, onde o esperma está armazenado. O casal então voa junto em uma formação em forma de coração.

Duas libélulas da espécie Rhionaeschna multicolor copulando. O macho é o azul, que está agarrando o pescoço da fêmea e fazendo-a tocar a ponta do seu abdome aos segundo e terceiro segmentos abdominais do macho, onde o esperma está armazenado. Foto de Eugene Zelenko.

Duas libélulas da espécie Rhionaeschna multicolor copulando. O macho é o azul, que está agarrando o pescoço da fêmea e fazendo-a tocar a ponta do seu abdome aos segundo e terceiro segmentos abdominais do macho, onde o esperma está armazenado. Foto de Eugene Zelenko.

Pensava-se que o aparato de agarramento do macho forçasse uma fêmea relutante a copular com ele, sugerindo que o órgão evoluiu através de conflito sexual. O fato de que os machos geralmente agarram as fêmeas bem antes de elas aceitarem acasalar e continuam a segurá-las um bom tempo depois que a cópula terminou (prevenindo-a de acasalar com outros machos) parece ser uma boa evidência para essa teoria. Se isso é verdade, então a fêmea tentaria se livrar do macho, selecionando aparatos maiores e mais fortes em machos, já que esses seriam mais eficientes em segurar a fêmea e, como resultado, deixariam mais descendentes.

Em estudo publicado ano passado testou essa hipótese. Córdoba-Aguillar et al. (2015) avaliaram a alometria (o tamanho proporcional de uma estrutura em relação ao tamanho corporal) do aparato de agarramento dos machos em várias espécies de libélulas. Se machos forçassem as fêmeas a copular, uma relação hiperalométrica deveria ser esperada.

O que isso significa? Bem, vamos tentar explicar da forma mais simples. Quando você joga dados do tamanho de uma estrutura de acordo com o tamanho do corpo como um todo em um gráfico, usando valores que levem a uma relação linear, você pode ter diferentes resultados. A estrutura pode aumentar de tamanho da mesma forma que o corpo, em uma relação 1:1. Neste caso, a linha no gráfico é dita ter uma inclinação igual a 1 e há uma relação isométrica da estrutura para com o corpo. Se a inclinação é maior que um, isso significa que a estrutura cresce mais depressa que o corpo, tendo uma relação hiperalométrica. Se a inclinação é menor que um (mas maior que zero), a relação é hipoalométrica e a estrutura cresce mais devagar que o corpo.

allometryAs medidas dos aparatos de agarramento em libélulas em geral mostraram uma relação isométrica. Assim, de acordo com essa abordagem, a estrutura não evoluiu como uma “arma” para subjugar fêmeas. Mas que outras explicações podem existir então? Ela poderia ser uma ferramenta de cortejo, uma forma de o macho convencer a fêmea a copular com ele. Também poderia ser uma forma de evitar acasalamentos interespecíficos, já que o aparato de agarramento possui uma grande especificidade em formato para o pescoço de fêmeas da mesma espécie. Uma libélula macho não pode agarrar o pescoço de uma fêmea de outra espécie porque o aparato de agarramento simplesmente não encaixa no pescoço da fêmea.

Ambas as hipóteses alternativas para a evolução do aparato de agarramento são possíveis, mas mais estudos são necessários para testá-las.

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Referências:

Chapman, T., Arnqvist, G., Bangham, J., & Rowe, L. (2003). Sexual conflict Trends in Ecology & Evolution, 18 (1), 41-47 DOI: 10.1016/S0169-5347(02)00004-6

Córdoba-Aguilar, A., Vrech, D., Rivas, M., Nava-Bolaños, A., González-Tokman, D., & González-Soriano, E. (2014). Allometry of Male Grasping Apparatus in Odonates Does Not Suggest Physical Coercion of Females Journal of Insect Behavior, 28 (1), 15-25 DOI: 10.1007/s10905-014-9477-x

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Novas espécies: 3ª semana de maio

por Piter Kehoma Boll

Aqui está uma lista de espécies descritas de 15 de maio a 21 de maio. Ela certamente não inclui todas as espécies descritas. A maior parte das informações vem dos jornais Mycokeys, Phytokeys, Zookeys, Phytotaxa, Zootaxa e International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology.

Chilicola charizard é uma espécie de abelha descrita essa semana cujo nome faz referência a um dos mais famosos Pokémon.

Chilicola charizard é uma espécie de abelha descrita essa semana cujo nome faz referência a um dos mais famosos Pokémon.

SARs

Plantas

Fungos

Moluscos

Aracnídeos

Miriápodes

Crustáceos

Insetos

Peixes de nadadeiras rajadas

Mamíferos

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Sexta Selvagem: Gorgulho-girafa

por Piter Kehoma Boll

Hoje vamos voltar a Madagascar, aquela bizarra ilha africana que briga com a Austrália pelo título de local mais bizarro na Terra. Nós já apresentamos um de seus habitantes, o baobá-de-Grandidier, e hoje mostrarei a vocês um besouro pequeno e incomum, o gorgulho-girafa, Trachelophorus giraffa.

Um gorgulho--girafa macho. Foto de Frank Vassen*

Um gorgulho–girafa macho. Foto de Frank Vassen*

A razão do nome desta criatura adorável é óbvia a primeira vista. O incomum longo pescoço provavelmente evoluiu por seleção sexual, já que ele é três vezes mais longo em machos que em fêmeas. Apesar de parecer algo muito inconveniente, o pescoço do gorgulho-girafa é na verdade útil em ajudar a rolar folhas para construir um ninho.

Medindo somente cerca de 2,5 cm de comprimento, ele é um animal consideravelmente popular em listas de criaturas esquisitas, mas infelizmente pouco é conhecido sobre sua história de vida e, como virtualmente todas as formas de vida da ilha, está ameaçado pela perda de hábitat.

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Referências:

EOL. Giraffe Beetle. Disponível em: < http://eol.org/pages/621154/overview >. Acesso em 16 de maio de 2016.

Wills, C. (2010) The Darwinian Tourist: Viewing the World Through Evolutionary Eyes. Oxford University Press.

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Novas Espécies: 2ª semana de maio

por Piter Kehoma Boll

Aqui está uma lista de espécies descritas de 8 de maio a 14 de maio. Ela certamente não inclui todas as espécies descritas. A maior parte das informações vem dos jornais Mycokeys, Phytokeys, Zookeys, Phytotaxa, Zootaxa e International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology.

Panorpa reflexa (left) and Panorpa parallela (right), two scorpionflies described this week.

Panorpa reflexa (esquerda) and Panorpa parallela (direita), duas novas moscas-escorpião descritas essa semana.

SARs

Plantas

Amoebozoários

Fungos

Cnidários

Moluscos

Nematódeos

Aracnídeos

Crustáceos

Hexápodes

Répteis

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Sexta Selvagem: Maria-bailarina

por Piter Kehoma Boll

Correndo delicadamente na ponta dos pés como uma bailarina, nosso primeiro crustáceo da Sexta Selvagem vem da costa do Pacífico das Américas e é conhecido em inglês como “sally lightfoot”, o que decidi adaptar como “maria-bailarina” em parte como referência a outro caranguejo, a maria-farinha. Cientificamente ela é conhecida como Grapsus grapsus, um nome que soa como algo mordiscando, ou agarrando, como se tivesse a intenção de representar suas garras grandes e sua boca pequena trabalhando juntos para raspar as algas das praias rochosas que habita.

Uma maria-bailarina nas Ilhas Galápagos. Foto de A. Davey.* (flickr.com/photos/adavey/)

Uma maria-bailarina nas Ilhas Galápagos. Foto de A. Davey.* (flickr.com/photos/adavey/)

A maria-bailarina é encontrada nas costas do Pacífico das Américas do México até o norte do Chile, nas ilhas Galápagos e em várias ilhas do Atlântico ocidental, tal como as ilhas do Caribe e o arquipélago de São Pedro e São Paulo no Brasil. Os espécimes do pacífico geralmente chegam a 80 mm ou mais de comprimento, enquanto aqueles na Ilha de São Paulo são menores, atingindo cerca de 70 mm. Os machos são ligeiramente maiores que as fêmeas.

Como a maioria dos caranguejos, a maria-bailarina é um detritívoro, alimentando-se de animais mortos e outros detritos, mas parece ser primariamente um herbívoro, se alimentando de algas que raspa (graps graps graps…) das rochas. Ela também pode, eventualmente, capturar pequenos animais, e há registros de espécimes tendo uma relação como limpadores com iguanas-marinhas nas Ilhas Galápagos, raspando carrapatos (graps graps graps…) da pele das iguanas.

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Referências:

EOL, Encyclopedia of Life. Sally Lightfoot Crab. Disponível em: < http://eol.org/pages/1021865/ >. Access em 6 de maio de 2016.

Freire, A. S.; Pinheiro, M. A. A.; Karam-Silva, H.; Teschima, M. M. 2011. Biology of Grapsus grapsus (Linnaeus, 1758) (Brachyura, Grapsidae) in the Saint Peter and Saint Paul Archipelago, Equatorial Atlantic Ocean. Helgoland Marine Research, 65 (3): 263–273.

Wikipedia. Grapsus grapsus. Disponível em: <https://en.wikipedia.org/wiki/Grapsus_grapsus&gt;. Acesso em 6 de maio de 2016.

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A história da Sistemática: Plantas no Systema Naturae, 1758 (parte 2)

por Piter Kehoma Boll

Esta postagem continua a apresentar a classificação de plantas de acordo com Linnaeus que foi iniciada na Parte 1. (Veja também as partes 3, 4, 5 e 6)

5. Pentandria (“cinco machos”)

“Cinco maridos em cada casamento”, isto é, cinco estames em uma flor hermafrodita.

5.1 Pentandria monogynia (“cinco machos e uma fêmea”), cinco estames e um pistilo em uma flor hermafrodita: Heliotropium (heliotrópios), Myosotis (não-me-esqueças), Lithospermum (sargacinhos), Anchusa (buglossas), Cynoglossum (línguas-de-cão), Pulmonaria (pulmonárias), Symphytum (confreis), Cerinthe (chupa-méis), Borago (borragens), Asperugo (asperugem), Lycopsis (flores-de-monge), Echium (soagens), Varronia (varrônia), Tournefortia (plantas-de-soldado), Chiococca (caincas), Diapensia (almofada-de-alfinete), Aretia (jasmim-rochoso dos Alpes), Androsace (jasmins-rochosos), Primula (prímulas), Cortusa (cortusa), Soldanella (soldanela), Dodecatheon (estrelas-cadentes), Cyclamen (cíclames), Menyanthes (favas-d’água), Hottonia (violetas-d’água), Hydrophyllum (folhas-d’água), Lysimachia (lisimáquias), Anagallis (pimpinelas), Theophrasta (teofrastas), Patagonula (patagônulas), Spigelia (espiguélias), Ophiorrhiza (raízes-de-cobra), Randia (espinheiros), Azalea (azaleias), Plumbago (belas-emílias), Phlox (flox), Convolvulus (corriolas), Ipomoea (glórias-da-manhã), Polemonium (escadas-de-Jacó), Campanula (campainhas), Roella (roelas), Phyteuma (rapúncios), Trachelium (ervas-de-viúva), Samolus (alfaces-do-rio), Rondeletia (rosas do Panamá), Portlandia (sinos-da-Jamaica), Bellonia (belônias), Cinchona (quinquinas), Psychotria (cafeeiros-do-mato), Coffea (cafeeiro), Lonicera (madressilvas), Triosteum (gencianas-de-cavalo), Erithalis (tochas-negras), Morinda (morindas), Conocarpus (botoneiros), Mussaenda (mussendas), Genipa (jenipapo), Mirabilis (maravilha), Coris (flor-de-percevejo), Verbascum (verbasco), Datura (trombetas), Hyoscyamus (meimendros), Nicotiana (tabacos), Atropa (beladonas e mandrágoras), Physalis (camapus), Solanum (ervas-mouras, fumos, tomateiros, batata, berinjela), Capsicum (pimentões e pimentas-malaguetas), Strychnos (plantas de estricnina), Chironia (quirônias), Cordia (córdias), Brunfelsia (brunfélsias), Ehretia (erécias), Cestrum (cestros), Lycium (gojis), Chrysophyllum (folhas-de-ouro), Sideroxylon (quixabeiras), Rhamnus (cambroeiros), Phylica (murtas-do-cabo), Ceanothus (lilases-bravos), Myrsine (buxo-africano), Celastrus (algozes), Euonymus (evônimos), Hartogia (buchu-do-Cabo), Byttneria (bitnérias), Diosma (diosmas), Brunia (brúnias), Itea (salgueiros-doces), Galax (gálax), Cedrela (cedros-do-Novo-Mundo), Mangifera (mangueiras), Cupania (cupânias), Ribes (groselheiras), Gronovia (gronóvia), Hedera (heras), Vitis (videiras), Lagoecia (lagécias), Sauvagesia (sauvagésias), Claytonia (alfaces-de-mineiro), Achyranthes (flores-espiga), Celosia (cristas-de-galo), Illecebrum (colar-de-coral), Glaux (lisimáquia-marinha), Thesium (tésios), Rauvolia (pimenta-do-diabo), Cerbera (mangues-manga), Vinca (vincas), Nerium (oleandros), Plumeria (plumérias), Cameraria (camerárias), Tabernaemontana (paus-leiteiros), Ceropegia (corações-emaranhados).

Mais de cem gêneros compunham a ordem Pentandria Monogynia. Entre as espécies estavam (da esquerda para a direita, de cima para baixo): heliotrópio-europeu (Heliotropium europaeum), não-me-esqueça-verdadeiro (Myosotis scorpioides), sargacinho-comum (Lithospermum officinale), buglossa-comum (Anchusa officinalis), língua-de-cão-comum (Cynoglossum officinale), pulmonária-comum (Pulmonaria officinalis), confrei-comum (Symphytum officinale), chupa-mel-comum (Cerinthe major), borragem-comum (Borago officinalis), asperugem (Asperugo procumbens), flor-de-monge-vermelha (Lycopsis vesicaria, agora Nonea vesicaria), soagem-italiana (Echium italicum), cainca (Chiococca alba), almofada-de-alfinete (Diapensia lapponica), jasmim-rochoso-do-norte (Androsace septentrionalis), primavera (Primula veris), cortusa (Cortusa matthioli ou Primula matthioli), soldanela-dos-Alpes (Soldanella alpina), estrela-cadente-comum (Dodecatheon meadia), cíclame-europeu (Cyclamen europaeus), fava-d’água (Menyanthes trifoliata), violeta-d’água (Hottonia palustris), folha-d’água-da-Virgínia (Hydrophyllum virginianum), lisimáquia-amarela (Lysimachia vulgaris), pimpinela-vermelha (Anagallis arvensis), teofrasta-americana (Theophrasta americana), espinheiro-branco (Randia aculeata), azaleia-japonesa (Azalea indica, agora Rhododendron indicum), bela-emília-do-Ceilão (Plumbago zeylanica), flox-de-jardim (Phlox paniculata), corriola-do-prado (Convolvulus arvensis), glória-das-estrelas (Ipomoea quamoclit), escada-de-Jacó-comum (Polemonium caeruleum), campainha-gigante (Campanula latifolia), rapúncio-redondo (Phyteuma orbiculare), erva-de-viúva-azul (Trachelium caeruleum), alface-do-rio-comum (Samolus valerandi), sino-da-Jamaica-comum (Portlandia grandiflora), cafeeiro (Coffea arabica), madressilva-dos-jardins (Lonicera caprifolium), tocha-negra-comum (Erithalis fruticosa), morinda-grande (Morinda citrifolia), botoneiro-comum (Conocarpus erectus), mussenda-brava (Mussaenda frondosa), jenipapo (Genipa americana), maravilha-de-jardim (Mirabilis jalapa), verbasco-comum (Verbascum thapsus), trombeta-do-diabo-comum (Datura metel), meimendro-negro (Hyoscyamus niger), tabaco-comum (Nicotiana tabacum), beladona (Atropa belladonna), camapu-comum (Physalis viscosa), batata-inglesa (Solanum tuberosum), pimentão (Capsicum annuum), noz-vômica (Strychnos nux-vomica), ameixa-da-Assíria (Cordia myxa), brunfélsia-americana (Brunfelsia americana), cestro-noturno (Cestrum nocturnum), goji (Lycium barbarum), teta-de-burra (Chrysophyllum oliviforme), cambroeiro-comum (Rhamnus cathartica), doçura-da-montanha (Ceanothus americanus), buxo-africano (Myrsine africana), algoz-das-árvores (Celastrus scandens), evônimo-europeu (Euonymus europaeus), salgueiro-doce-da-Virgínia (Itea virginica), cedro-cheiroso (Cedrela odorata), mangueira (Mangifera indica), groselheira-vermelha (Ribes rubrum), hera-comum (Hedera helix), videira (Vitis vinífera), alface-de-mineiro-da-Sibéria (Claytonia sibirica), flor-espiga-comum (Achyranthes aspera), crista-de-galo (Celosia cristata), colar-de-coral (Illecebrum verticillatum), lisimáquia-marinha (Glaux maritima, agora Lysimachia maritima), pimenta-do-diabo (Rauvolfia tetraphylla), mangue-manga (Cerbera manghas), vinca-menor (Vinca minor), oleandro (Nerium oleander), jasmim-manga (Plumera rubra), camerária-de-folhas-largas (Cameraria latifolia), corações-emaranhados (Ceropegia candelabrum). Créditos a Ivar Leidus (não-me-esqueça), Hans Hillewaert (sargacinho, chupa-mel), Andreas Eichler (buglossa, confrei), H. Zell (borragem, primavera, cafeeiro, tabaco, batata, doçura-da-montanha, evônimo), Herman Schachner (asperugem), Scott Zona (cainca, camerária), Opioła Jerzy (cortusa), Agnes Monkelbaan (cíclame), J.-H. Janßen (violeta-d’água), Frank Vicentz (lisimáquia, crista-de-galo), Reuven Karp (pimpinela), Smithsonian Institute (teofrasta), Bob Peterson (espinheiro), J. M. Garg (bela-emília), Anneli Salo (corriola), Hafiz Issadeen (glória-das-estrelas), Erlend Bjørtvedt (campainha), Javier Martin (erva-de-viúva), Raffi Kojian (sino-da-Jamaica), Stefan Lefnaer (madressilva), Callie Oldfield (tocha-negra), Ulf Mehlig (botoneiro), João Medeiros (jenipapo), Zoya Akulova (camapu), Marco Schmidt (ameixa-da-Assíria), Andel Früh (brunfélsia), Cary Bass (cestro), Danny S. 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Mais de cem gêneros compunham a ordem Pentandria Monogynia. Entre as espécies estavam (da esquerda para a direita, de cima para baixo): heliotrópio-europeu (Heliotropium europaeum), não-me-esqueça-verdadeiro (Myosotis scorpioides), sargacinho-comum (Lithospermum officinale), buglossa-comum (Anchusa officinalis), língua-de-cão-comum (Cynoglossum officinale), pulmonária-comum (Pulmonaria officinalis), confrei-comum (Symphytum officinale), chupa-mel-comum (Cerinthe major), borragem-comum (Borago officinalis), asperugem (Asperugo procumbens), flor-de-monge-vermelha (Lycopsis vesicaria, agora Nonea vesicaria), soagem-italiana (Echium italicum), cainca (Chiococca alba), almofada-de-alfinete (Diapensia lapponica), jasmim-rochoso-do-norte (Androsace septentrionalis), primavera (Primula veris), cortusa (Cortusa matthioli ou Primula matthioli), soldanela-dos-Alpes (Soldanella alpina), estrela-cadente-comum (Dodecatheon meadia), cíclame-europeu (Cyclamen europaeus), fava-d’água (Menyanthes trifoliata), violeta-d’água (Hottonia palustris), folha-d’água-da-Virgínia (Hydrophyllum virginianum), lisimáquia-amarela (Lysimachia vulgaris), pimpinela-vermelha (Anagallis arvensis), teofrasta-americana (Theophrasta americana), espinheiro-branco (Randia aculeata), azaleia-japonesa (Azalea indica, agora Rhododendron indicum), bela-emília-do-Ceilão (Plumbago zeylanica), flox-de-jardim (Phlox paniculata), corriola-do-prado (Convolvulus arvensis), glória-das-estrelas (Ipomoea quamoclit), escada-de-Jacó-comum (Polemonium caeruleum), campainha-gigante (Campanula latifolia), rapúncio-redondo (Phyteuma orbiculare), erva-de-viúva-azul (Trachelium caeruleum), alface-do-rio-comum (Samolus valerandi), sino-da-Jamaica-comum (Portlandia grandiflora), cafeeiro (Coffea arabica), madressilva-dos-jardins (Lonicera caprifolium), tocha-negra-comum (Erithalis fruticosa), morinda-grande (Morinda citrifolia), botoneiro-comum (Conocarpus erectus), mussenda-brava (Mussaenda frondosa), jenipapo (Genipa americana), maravilha-de-jardim (Mirabilis jalapa), verbasco-comum (Verbascum thapsus), trombeta-do-diabo-comum (Datura metel), meimendro-negro (Hyoscyamus niger), tabaco-comum (Nicotiana tabacum), beladona (Atropa belladonna), camapu-comum (Physalis viscosa), batata-inglesa (Solanum tuberosum), pimentão (Capsicum annuum), noz-vômica (Strychnos nux-vomica), ameixa-da-Assíria (Cordia myxa), brunfélsia-americana (Brunfelsia americana), cestro-noturno (Cestrum nocturnum), goji (Lycium barbarum), teta-de-burra (Chrysophyllum oliviforme), cambroeiro-comum (Rhamnus cathartica), doçura-da-montanha (Ceanothus americanus), buxo-africano (Myrsine africana), algoz-das-árvores (Celastrus scandens), evônimo-europeu (Euonymus europaeus), salgueiro-doce-da-Virgínia (Itea virginica), cedro-cheiroso (Cedrela odorata), mangueira (Mangifera indica), groselheira-vermelha (Ribes rubrum), hera-comum (Hedera helix), videira (Vitis vinifera), alface-de-mineiro-da-Sibéria (Claytonia sibirica), flor-espiga-comum (Achyranthes aspera), crista-de-galo (Celosia cristata), colar-de-coral (Illecebrum verticillatum), lisimáquia-marinha (Glaux maritima, agora Lysimachia maritima), pimenta-do-diabo (Rauvolfia tetraphylla), mangue-manga (Cerbera manghas), vinca-menor (Vinca minor), oleandro (Nerium oleander), jasmim-manga (Plumeria rubra), camerária-de-folhas-largas (Cameraria latifolia), corações-emaranhados (Ceropegia candelabrum). Créditos a Ivar Leidus (não-me-esqueça), Hans Hillewaert (sargacinho, chupa-mel), Andreas Eichler (buglossa, confrei), H. Zell (borragem, primavera, cafeeiro, tabaco, batata, doçura-da-montanha, evônimo), Herman Schachner (asperugem), Scott Zona (cainca, camerária), Opioła Jerzy (cortusa), Agnes Monkelbaan (cíclame), J.-H. Janßen (violeta-d’água), Frank Vicentz (lisimáquia, crista-de-galo), Reuven Karp (pimpinela), Smithsonian Institute (teofrasta), Bob Peterson (espinheiro), J. M. Garg (bela-emília), Anneli Salo (corriola), Hafiz Issadeen (glória-das-estrelas), Erlend Bjørtvedt (campainha), Javier Martin (erva-de-viúva), Raffi Kojian (sino-da-Jamaica), Stefan Lefnaer (madressilva), Callie Oldfield (tocha-negra), Ulf Mehlig (botoneiro), João Medeiros (jenipapo), Zoya Akulova (camapu), Marco Schmidt (ameixa-da-Assíria), Andel Früh (brunfélsia), Cary Bass (cestro), Danny S. (goji), Homer Edward Price (teta-de-burra), Krzysztof Ziarnek (cambroeiro), Carla Antonini (mangueira), Stefan Kampf (groselheira), Isidre Blanc (hera), Wouter Hagens (videira), Walter Siegmund (alface-de-mineiro), Jeevan Jose (flor-espiga), Christian Fischer (lisimáquia-marinha), Christer Johansson (vinca), Ian W. Fiegger (oleandro), Indian Biodiversity Portal (corações-emaranhados), e usuários do Wikimedia Aroche (heliotrópio, alface-do-rio), Fornax (língua-de-cão, jasmim-rochoso), Belladona2 (pulmonária), Cerencin (soagem), Alinja (almofada-de-alfinete), Cptcv (soldanela), uoaei1 (fava-d’água), Jnn (azaleia), Epibase (flox), Tigerente (rapúncio), The Photographer (morinda), Vinayaraj (mussenda, noz-vômica, pimenta-do-diabo), Wildfeuer (maravilha), 4028mdk09 (verbasco), Better days came (trombeta), Imartin6 (meimendro), Aktron (beladona), Carstor (pimentão), JMK (buxo-africano), SB_Johnny (salgueiro-doce), Weddi (colar-de-coral), BotBln (mangue-manga) e KayEss (jasmim-manga).

5.2 Pentandria Digynia (“cinco machos e duas fêmeas”), cinco estames e dois pistilos em uma flor hermafrodita: Periploca (vinhas-de-seda), Cynanchum (mata-cães), Apocynum (apócinos), Asclepias (algodãozinhos), Stapelia (estapélias), Herniaria (herniárias), Chenopodium (ançarinhas), Beta (acelgas), Salsola (saleiras), Anabasis (anabases), Cressa (cressas), Trianthema (ervas-de-porco), Gomphrena (botões-de-bacharel), Bosea (erva-moura), Ulmus (olmeiros), Nama (folhas-de-violino), Heuchera (heucheras), Swertia (suércias), Gentiana (gencianas), Phyllis (fílis), Eryngium (cardetes), Hydrocotyle (moedas-d’água), Sanicula (sanículas), Astrantia (astrâncias), Bupleurum (orelhas-de-lebre), Echinophora (ouriceiras), Tordylium (tordílios), Caucalis (salsanoura), Artedia (artédia), Daucus (cenouras), Ammi (falsa-erva-de-bispo), Bunium (cominho-preto), Conium (falsas-cicutas), Selinum (salsas-de-leite), Athamanta (atamantas), Peucedanum (funchos-de-porco), Crithmum (funcho-do-mar), Cachrys (cácris), Hasselquistia (tordílio-do-Egito), Ferula (canafrechas), Laserpitium (gergelins-negros), Heracleum (pés-de-urso), Ligusticum (levísticos), Angelica (angélicas), Sium (aipos-d’água), Sison (aipos-das-pedras), Bubon (aipos-da-montanha), Cuminum (cominho), Oenanthe (arrabaças), Phellandrium (arrabaças e levísticos), Cicuta (cicutas-verdadeiras), Aethusa (aipo-de-bobo), Coriandrum (coentros), Scandix (mirras e agulhas-de-pastor), Chaerophyllum (cerefólios), Imperatoria (imperatória), Seseli (cenouras-da-lua e funchos), Thapsia (cenouras-da-morte), Pastinaca (chirívias), Smyrnium (alexandres), Anethum (endro), Carum (alcarávia), Pimpinella (anises), Apium (aipo e salsa), Aegopodium (velhos-da-terra).

A ordem Pentandria Diginia incluía as seguintes espécies (da esquerda para a direita, de cima para baixo): vinha-de-seda-comum (Periploca graeca), mata-cão-agudo (Cynanchum acutum), apócino-pega-moscas (Apocynum androsaemifolium), algodãozinho-branco (Asclepias variegata), flor-estrela-do-mar (Stapelia hirsuta), herniária-lisa (Herniaria glabra), ançarinha-branca (Chenopodium album), acelga (Beta vulgaris), saleira-comum (Salsola soda), cressa-comum (Cressa cretica), erva-de-porco-preta (Trianthema portulacastrum), botão-de-bacharel (Gomphrena globosa), olmeiro-americano (Ulmus americana), heuchera-americana (Heuchera americana), suércia-listrada (Swertia perennis), genciana-amarela (Gentiana lutea), coentro-bravo (Eryngium foetidum), moeda-d’água-comum (Hydrocotyle vulgaris), sanícula-comum (Sanicula europaea), astrância-maior (Astrantia major), orelha-de-lebre-de-folhas-falcadas (Bupleurum falcatum), tordílio-do-Mediterrâneo (Tordylium apulum), salsanoura (Caucalis playcarpos), artédia (Artedia squamata), cenoura (Daucus carota), falsa-erva-de-bispo (Ammi majus), cominho-preto (Bunium bulbocastanum), falsa-cicuta (Conium maculatum), funcho-de-porco (Peucedanum officinale), funcho-do-mar (Crithmum maritimum), canafrecha (Ferula communis), gergelim-negro-de-folhas-largas (Laserpitium latifolium), pé-de-urso-comum (Heracleum sphondylium), levístico-da-Escócia (Ligusticum scoticum), angélica-de-jardim (Angelica archangelica), aipo-d’água-grande (Sium latifolium), cominho (Cuminum cyminum), arrabaça-tubular (Oenanthe fistulosa), cicuta-d’água (Cicuta virosa), aipo-de-bobo (Aethusa cynapium), coentro (Coriandrum sativum), agulha-de-pastor (Scandix pecten-veneris), cerefólio-bulboso (Chaerophyllum bulbosum), imperatória (Imperatoria ostruthium ou Peucedanum ostruthium), funcho (Seseli foeniculum, agora Foeniculum vulgare), cenoura-da-morte-vilosa (Thapsia villosa), chirívia (Pastinaca sativa), alexandre (Smyrnium olusatrum), endro (Anethum graveolens), alcarávia (Carum carvi), anis (Pimpinella anisum), aipo (Apium graveolens), velho-da-terra (Aegopodium podagraria). Créditos para Isidre Blanc (mata-cão), Stan Shebs (apócino), Eurico Zimbres (flor-estrela-do-mar), Kristian Peters (herniária), Luigi Rignanese (saleira), Michael J. Plagens (erva-de-porco), Melissa McMasters (olmeiro), Derek Ramsey (heuchera), Bernd Haynold (suércia), H. Zell (astrância, falsa-cicuta, pé-de-urso, cicuta-d’água, aipo-de-bobo, funcho, aipo), Donald Hobern (tordílio), Stefan Lefnaer (salsanoura), Daniel Villafruela (falsa-erva-de-bispo), Radio Tonreg (funcho-de-porco), Jean Tosti (canafrecha), Meneerke Bloem (gergelim-negro, imperatória), Christian Fischer (angélica, arrabaça), Jeremy Halls (aipo-d’água), G. Hagedorn (agulha-de-pastor), Franz Xaver (cerefólio, velho-da-terra), Magnus Manske (chirívia), Tato Grasso (alexandre), Matt Lavin (endro), Rolf Engstrand (alcarávia), Raffi Kojian (anis), usuários do Wikimedia Lucarelli (vinha-de-seda), Rasbak (acelga), Vinayaraj (botão-de-bacharel), Philipendula (genciana), Alians PL (moeda-d’água), Fornax (orelha-de-lebre), Ixitixel (cenoura), Aroche (funcho-do-mar), Stemonitis (levístico), Rlevse (coentro), e usuários do flickr Gaspa (cominho-preto) e alliumherbal (cominho).

A ordem Pentandria Diginia incluía as seguintes espécies (da esquerda para a direita, de cima para baixo): vinha-de-seda-comum (Periploca graeca), mata-cão-agudo (Cynanchum acutum), apócino-pega-moscas (Apocynum androsaemifolium), algodãozinho-branco (Asclepias variegata), flor-estrela-do-mar (Stapelia hirsuta), herniária-lisa (Herniaria glabra), ançarinha-branca (Chenopodium album), acelga (Beta vulgaris), saleira-comum (Salsola soda), cressa-comum (Cressa cretica), erva-de-porco-preta (Trianthema portulacastrum), botão-de-bacharel (Gomphrena globosa), olmeiro-americano (Ulmus americana), heuchera-americana (Heuchera americana), suércia-listrada (Swertia perennis), genciana-amarela (Gentiana lutea), coentro-bravo (Eryngium foetidum), moeda-d’água-comum (Hydrocotyle vulgaris), sanícula-comum (Sanicula europaea), astrância-maior (Astrantia major), orelha-de-lebre-de-folhas-falcadas (Bupleurum falcatum), tordílio-do-Mediterrâneo (Tordylium apulum), salsanoura (Caucalis playcarpos), artédia (Artedia squamata), cenoura (Daucus carota), falsa-erva-de-bispo (Ammi majus), cominho-preto (Bunium bulbocastanum), falsa-cicuta (Conium maculatum), funcho-de-porco (Peucedanum officinale), funcho-do-mar (Crithmum maritimum), canafrecha (Ferula communis), gergelim-negro-de-folhas-largas (Laserpitium latifolium), pé-de-urso-comum (Heracleum sphondylium), levístico-da-Escócia (Ligusticum scoticum), angélica-de-jardim (Angelica archangelica), aipo-d’água-grande (Sium latifolium), cominho (Cuminum cyminum), arrabaça-tubular (Oenanthe fistulosa), cicuta-d’água (Cicuta virosa), aipo-de-bobo (Aethusa cynapium), coentro (Coriandrum sativum), agulha-de-pastor (Scandix pecten-veneris), cerefólio-bulboso (Chaerophyllum bulbosum), imperatória (Imperatoria ostruthium ou Peucedanum ostruthium), funcho (Seseli foeniculum, agora Foeniculum vulgare), cenoura-da-morte-vilosa (Thapsia villosa), chirívia (Pastinaca sativa), alexandre (Smyrnium olusatrum), endro (Anethum graveolens), alcarávia (Carum carvi), anis (Pimpinella anisum), aipo (Apium graveolens), velho-da-terra (Aegopodium podagraria). Créditos para Isidre Blanc (mata-cão), Stan Shebs (apócino), Eurico Zimbres (flor-estrela-do-mar), Kristian Peters (herniária), Luigi Rignanese (saleira), Michael J. Plagens (erva-de-porco), Melissa McMasters (olmeiro), Derek Ramsey (heuchera), Bernd Haynold (suércia), H. Zell (astrância, falsa-cicuta, pé-de-urso, cicuta-d’água, aipo-de-bobo, funcho, aipo), Donald Hobern (tordílio), Stefan Lefnaer (salsanoura), Daniel Villafruela (falsa-erva-de-bispo), Radio Tonreg (funcho-de-porco), Jean Tosti (canafrecha), Meneerke Bloem (gergelim-negro, imperatória), Christian Fischer (angélica, arrabaça), Jeremy Halls (aipo-d’água), G. Hagedorn (agulha-de-pastor), Franz Xaver (cerefólio, velho-da-terra), Magnus Manske (chirívia), Tato Grasso (alexandre), Matt Lavin (endro), Rolf Engstrand (alcarávia), Raffi Kojian (anis), usuários do Wikimedia Lucarelli (vinha-de-seda), Rasbak (acelga), Vinayaraj (botão-de-bacharel), Philipendula (genciana), Alians PL (moeda-d’água), Fornax (orelha-de-lebre), Ixitixel (cenoura), Aroche (funcho-do-mar), Stemonitis (levístico), Rlevse (coentro), e usuários do flickr Gaspa (cominho-preto) e alliumherbal (cominho).

5.3 Pentandria Trigynia (“cinco machos e três fêmeas”), cinco estames e três pistilos em uma flor hermafrodita: Rhus (sumagres), Viburnum (viburnos), Cassine (falsas-oliveiras), Sambucus (sabugueiros), Staphylea (estafíleas), Tamarix (tamariscos), Turnera (turneras), Telephium (teléfio), Corrigiola (corriola), Pharnaceum (capins-tapete), Alsine (morugens), Basella (bertalhas), Sarothra (capim-laranja).

As 12 espécies nesta imagem estavam na ordem Pentandria Trigynia (da esquerda para a direita, de cima para baixo): sumagre-de-coureiro (Rhus coriaria), condutora (Viburnum lantana), açafrão-do-Cabo (Cassine peragua), sabugueiro-negro (Sambucus nigra), estafílea-europeia (Staphylea pinnata), tamarisco-francês (Tamarix gallica), turnera-olmo (Turnera ulmifolia), teléfio-comum (Telephium imperati), corriola strapwort (Corrigiola litoralis), morugem (Alsine media, agora Stellaria media), bertalha-branca (Basella alba), capim-laranja (Sarothra gentianoides, agora Hypericum gentianoides). Créditos a Isidre Blanc (condutora), Sten Porse (estafílea), Michael Wolf (turnera), Gideon Pisanti (teléfio), Bob Peterson (capim-laranja), e usuários do Wikimedia Aroche (corriola) e Shizhao (bertalha).

As 12 espécies nesta imagem estavam na ordem Pentandria Trigynia (da esquerda para a direita, de cima para baixo): sumagre-de-coureiro (Rhus coriaria), condutora (Viburnum lantana), açafrão-do-Cabo (Cassine peragua), sabugueiro-negro (Sambucus nigra), estafílea-europeia (Staphylea pinnata), tamarisco-francês (Tamarix gallica), turnera-olmo (Turnera ulmifolia), teléfio-comum (Telephium imperati), corriola strapwort (Corrigiola litoralis), morugem (Alsine media, agora Stellaria media), bertalha-branca (Basella alba), capim-laranja (Sarothra gentianoides, agora Hypericum gentianoides). Créditos a Isidre Blanc (condutora), Sten Porse (estafílea), Michael Wolf (turnera), Gideon Pisanti (teléfio), Bob Peterson (capim-laranja), e usuários do Wikimedia Aroche (corriola) e Shizhao (bertalha).

5.4 Pentandria Tetragynia (“cinco machos e quatro fêmeas”), cinco estames e quatro pistilos em uma flor hermafrodita: Parnassia (parnássia).

5.5 Pentandria Pentagynia (“cinco machos e cinco fêmeas”), cinco estames e cinco pistilos em uma flor hermafrodita: Aralia (arálias), Barreria (uma espécie cuja identidade não foi determinada), Statice (estatices), Linum (linhos), Aldrovanda (rodas-d’água), Drosera (dróseras), Crassula (crássulas), Suriana (cedro-da-praia), Sibbaldia (sibáldia).

5.6 Pentandria Polygynia (“cinco machos e muitas fêmeas”), cinco estames e muitos pistilos em uma flor hermafrodita: Myosurus (cauda-de-camundongo).

(Da esquerda para a direita, de cima para baixo) Uma única espécie, a parnássia (Parnassia palustris) compreendi a a ordem Pentandria Tetragynia. As oito espécies seguintes estavam na ordem Pentandria Pentagynia: cajado-do-diabo (Aralia spinosa), estatice-comum (Statice limonium, agora Limonium vulgare), linho-comum (Linum usitatissimum), roda-d’água (Aldrovanda vesiculosa), drósera-comum (Drosera rotundifolia), crássula-pinheiro (Crassula tetrágona), cedro-da-praia (Suriana maritima), sibáldia-rasteira (Sibbaldia procumbens). A última espécie, a cauda-de-camundongo (Myosurus minimus) era a única na ordem Pentandria Polygynia. Créditos a James H. Miller & Ted Bodner (cajado-do-diabo), Olivier Pichard (estatice), Denis Barthel (roda-d’água), Michal Rubeš (drósera), André Karwath (crássula), B. Navez (cedro-da-praia), usuários do Wikimedia Tigerente (parnássia), 4d44 (linho) e Fornax (cauda-de-camundongo), e usuário do flickr pellaea (sibáldia).

(Da esquerda para a direita, de cima para baixo) Uma única espécie, a parnássia (Parnassia palustris) compreendi a a ordem Pentandria Tetragynia. As oito espécies seguintes estavam na ordem Pentandria Pentagynia: cajado-do-diabo (Aralia spinosa), estatice-comum (Statice limonium, agora Limonium vulgare), linho-comum (Linum usitatissimum), roda-d’água (Aldrovanda vesiculosa), drósera-comum (Drosera rotundifolia), crássula-pinheiro (Crassula tetrágona), cedro-da-praia (Suriana maritima), sibáldia-rasteira (Sibbaldia procumbens). A última espécie, a cauda-de-camundongo (Myosurus minimus) era a única na ordem Pentandria Polygynia. Créditos a James H. Miller & Ted Bodner (cajado-do-diabo), Olivier Pichard (estatice), Denis Barthel (roda-d’água), Michal Rubeš (drósera), André Karwath (crássula), B. Navez (cedro-da-praia), usuários do Wikimedia Tigerente (parnássia), 4d44 (linho) e Fornax (cauda-de-camundongo), e usuário do flickr pellaea (sibáldia).

6. Hexandria (“seis machos”)

“Seis maridos em cada casamento”, isto é, seis estames em uma flor hermafrodita.

6.1 Hexandria Monogynia (“seis machos e uma fêmea”), seis estames e um pistilo em uma flor hermafrodita: Bromelia (bromélias grandes e espinhosas), Tillandsia (tilândsias), Burmannia (burmânias), Tradescantia (trapoerabões), Pontederia (aguapés-de-fundo), Galanthus (gotas-de-neve), Leucojum (sinos-de-neve), Narcissus (narcisos), Pancratium (flores-da-chuva), Crinum (lírios-do-brejo), Amaryllis (amarílis e lírios-da-chuva), Bulbocodium (açafrões-dos-prados), Aphyllanthes (lírio-canudo), Allium (alhos, cebolas), Lilium (lírios-verdadeiros), Fritillaria (fritilárias), Uvularia (uvulárias), Gloriosa (gloriosa), Erythronium (dente-de-cão), Tulipa (tulipas), Ornithogalum (estrelas-de-Belém), Scilla (cilas), Asphodelus (asfódelos), Anthericum (lírios-de-São-Bernardo), Leontice (flores-de-leão), Asparagus (aspargos), Convallaria (lírio-do-vale, selos-de-Salomão), Polianthes (tuberosa), Hyacinthus (jacintos e sinos-azuis), Cyanella (azulzinhas), Aletris (ervas-estrela), Yucca (iúcas), Aloe (babosas), Agave (agaves), Hemerocallis (lírios-de-São-José), Hypoxis (mariçós), Acorus (açoro), Orontium (clava-de-ouro), Haemanthus (lírios-de-sangue), Calamus (ratã), Juncus (juncos), Hippocratea (hipocrátea), Richardia (poainhas), Achras (sapotizeiros), Prinos (azevinhos-de-inverno), Berberis (uvas-espim), Loranthus (ervas-de-passarinho), Frankenia (urzes-do-mar), Peplis (patinha).

A ordem Hexandria Monogynia incluía (de esquerda para a direita, de cima para baixo): caratá (Bromelia karatas), tilândsia-de-folha-estreita (Tillandsia tenuifolia), barba-de-pau (Renealmia usneoides, agora Tillandsia usneoides), trapoerabão-da-Virgínia (Tradescantia virginiana), rainha-dos-lagos (Pontederia cordata), gota-de-neve-comum (Galanthus nivalis), sino-de-neve-do-verão (Leucojum aestivum), narciso-dos-poetas (Narcissus poeticus), flor-da-chuva-do-Ceilão (Pancratium zeylanicum), lírio-do-brejo-americano (Crinum americanum), lírio-beladona (Amaryllis belladona), açafrão-dos-prados-comum (Bulbocodium vernum, agora Colchicum bulbocodium), lírio-canudo (Aphyllanthes monspeliensis), alho (Allium sativum), lírio-branco (Lilium candidum), fritilária-imperial (Fritillaria imperialis), uvulária-perfoliada (Uvularia perfoliata), gloriosa (Gloriosa superba), dente-de-cão (Erythronium dens-canis), tulipa-de-jardim (Tulipa gesneriana), aspargo-da-Prússia (Ornithogalum pyrenaicum), cila-dos-Alpes (Scilla bifolia), asfódelo-cebola (Asphodelus fistulosus), lírio-de-São-Bernardo-ramoso (Anthericum ramosum), flor-de-leão-comum (Leontice leontopelatum), aspargo-de-jardim (Asparagus officinalis), lírio-do-vale (Convallaria majalis), tuberosa (Polianthes tuberosa), jacinto-comum (Hyacinthus orientalis), erva-estrelada-comum (Aletris farinosa), iúca-babosa (Yucca aloifolia), babosa-tigrada (Aloe variegata), agave-americana (Agave americana), lírio-limão (Hemerocallis lilioasphodelus), mariçó-comum (Hypois decumbens), cálamo-cheiroso (Acorus calamus), clava-de-ouro (Orontium aquaticum), lírio-de-sangue (Haemanthus coccineus), ratã (Calamus rotang), junco-agudo (Juncus acutus), poainha-branca (Richardia scabra), sapotizeiro (Achras zapota, agora Manilkara zapota), azevinho-de-inverno-comum (Prinos verticillatus, agora Ilex verticillata), uva-espim-comum (Berberis vulgaris), erva-de-passarinho-ocidental (Loranthus occidentalis, agora Oryctanthus occidentalis), urze-do-mar-comum (Frankenia laevis), patinha (Peplis portula, agora Lythrum portula). Créditos a Kurt Stüber (caratá, trapoerabão, sino-de-neve), Michael Wolf (tilândsia), Christian Hummert (narciso), Muhammad Mahdi Karim (flor-da-chuva), Gerald J. Lenhard (lírio-do-brejo), Stan Shebs (lírio-beladona), Muriel Bendel (açafrão-dos-prados), Hans Hillewaert (lírio-canudo, asfódelo-cebola), Jason Hollinger (uvulária), Jean-Jacques Milan (gloriosa), Accord H. Brisse (dente-de-cão, urze-do-mar), Andreas Eichler (cila), Albert Häglsperger (lírio-de-São-Bernardo), Kristian Peters (aspargo), H. Zell (lírio-do-vale, cálamo-cheiroso), Jayesh Patil (tuberosa), Stanislav Doronenko (lírio-limão), Bernard Dupont (ratã), Krzysztof Ziarnek (junco), Bob Peterson (poainha), Fritz Flohr Reynolds (azevinho-de-inverno), Teun Spaans (uva-espim), Reinaldo Aguilar (erva-de-passarinho), Olivier Pichard (patinha), e usuários do Wikimedia KENPEI (rainha-dos-lagos, agave-americana, lírio-de-sangue), Caroig (gota-de-neve), AfroBrazilian (alho), Gidip (lírio-branco), Fizykaa (tulipa), Patrice78500 (aspargo-da-Prússsia), Averater (flor-de-leão), Eitan f (jacinto), 1978 (mariçó), Aruna (sapotizeiro).

A ordem Hexandria Monogynia incluía (de esquerda para a direita, de cima para baixo): caratá (Bromelia karatas), tilândsia-de-folha-estreita (Tillandsia tenuifolia), barba-de-pau (Renealmia usneoides, agora Tillandsia usneoides), trapoerabão-da-Virgínia (Tradescantia virginiana), rainha-dos-lagos (Pontederia cordata), gota-de-neve-comum (Galanthus nivalis), sino-de-neve-do-verão (Leucojum aestivum), narciso-dos-poetas (Narcissus poeticus), flor-da-chuva-do-Ceilão (Pancratium zeylanicum), lírio-do-brejo-americano (Crinum americanum), lírio-beladona (Amaryllis belladona), açafrão-dos-prados-comum (Bulbocodium vernum, agora Colchicum bulbocodium), lírio-canudo (Aphyllanthes monspeliensis), alho (Allium sativum), lírio-branco (Lilium candidum), fritilária-imperial (Fritillaria imperialis), uvulária-perfoliada (Uvularia perfoliata), gloriosa (Gloriosa superba), dente-de-cão (Erythronium dens-canis), tulipa-de-jardim (Tulipa gesneriana), aspargo-da-Prússia (Ornithogalum pyrenaicum), cila-dos-Alpes (Scilla bifolia), asfódelo-cebola (Asphodelus fistulosus), lírio-de-São-Bernardo-ramoso (Anthericum ramosum), flor-de-leão-comum (Leontice leontopelatum), aspargo-de-jardim (Asparagus officinalis), lírio-do-vale (Convallaria majalis), tuberosa (Polianthes tuberosa), jacinto-comum (Hyacinthus orientalis), erva-estrelada-comum (Aletris farinosa), iúca-babosa (Yucca aloifolia), babosa-tigrada (Aloe variegata), agave-americana (Agave americana), lírio-limão (Hemerocallis lilioasphodelus), mariçó-comum (Hypois decumbens), cálamo-cheiroso (Acorus calamus), clava-de-ouro (Orontium aquaticum), lírio-de-sangue (Haemanthus coccineus), ratã (Calamus rotang), junco-agudo (Juncus acutus), poainha-branca (Richardia scabra), sapotizeiro (Achras zapota, agora Manilkara zapota), azevinho-de-inverno-comum (Prinos verticillatus, agora Ilex verticillata), uva-espim-comum (Berberis vulgaris), erva-de-passarinho-ocidental (Loranthus occidentalis, agora Oryctanthus occidentalis), urze-do-mar-comum (Frankenia laevis), patinha (Peplis portula, agora Lythrum portula). Créditos a Kurt Stüber (caratá, trapoerabão, sino-de-neve), Michael Wolf (tilândsia), Christian Hummert (narciso), Muhammad Mahdi Karim (flor-da-chuva), Gerald J. Lenhard (lírio-do-brejo), Stan Shebs (lírio-beladona), Muriel Bendel (açafrão-dos-prados), Hans Hillewaert (lírio-canudo, asfódelo-cebola), Jason Hollinger (uvulária), Jean-Jacques Milan (gloriosa), Accord H. Brisse (dente-de-cão, urze-do-mar), Andreas Eichler (cila), Albert Häglsperger (lírio-de-São-Bernardo), Kristian Peters (aspargo), H. Zell (lírio-do-vale, cálamo-cheiroso), Jayesh Patil (tuberosa), Stanislav Doronenko (lírio-limão), Bernard Dupont (ratã), Krzysztof Ziarnek (junco), Bob Peterson (poainha), Fritz Flohr Reynolds (azevinho-de-inverno), Teun Spaans (uva-espim), Reinaldo Aguilar (erva-de-passarinho), Olivier Pichard (patinha), e usuários do Wikimedia KENPEI (rainha-dos-lagos, agave-americana, lírio-de-sangue), Caroig (gota-de-neve), AfroBrazilian (alho), Gidip (lírio-branco), Fizykaa (tulipa), Patrice78500 (aspargo-da-Prússsia), Averater (flor-de-leão), Eitan f (jacinto), 1978 (mariçó), Aruna (sapotizeiro).

6.2 Hexandria Digynia (“seis machos e duas fêmeas”), seis estames e dois pistilos em uma flor hermafrodita: Velezia (velézia), Oryza (arroz), Atraphaxis (atrafaxe).

A pequena ordem Hexandria Digynia continha estas três espécies (da esquerda para a direita): velézia (Velezia rigida), arroz (Oryza sativa), atrafaxe-espinhosa (Atraphaxis spinosa). Créditos a Barry Breckling (velézia) e Ori Fragman-Sapir (atrafaxe).

A pequena ordem Hexandria Digynia continha estas três espécies (da esquerda para a direita): velézia (Velezia rigida), arroz (Oryza sativa), atrafaxe-espinhosa (Atraphaxis spinosa). Créditos a Barry Breckling (velézia) e Ori Fragman-Sapir (atrafaxe).

6.3 Hexandria Trigynia (“seis machos e três fêmeas”), seis estames e três pistilos em uma flor hermafrodita: Filagellaria (cipó-chicote), Rumex (labaças e azedinhas), Scheuchzeria (grama-de-vagem), Triglochin (gramas-flecha), Melanthium (flores-de-cacho), Medeola (pepino-indiano e alguns aspargos), Trillium (trílios), Menispermum (sementes-da-lua), Saururus (rabo-de-lagarto), Colchicum (açafrões-do-prado), Helonias (cravo-do-brejo).

Estas 11 espécies (da esquerda para a direita, de cima para baixo) estavam na ordem Hexandria Trigynia: cipó-chicote (Flagellaria indica), labaça-paciência (Rumex patientia), grama-de-vagem (Scheuchzeria palustris), grama-flecha-do-banhado (Triglochin palustris), flor-de-cacho-da-Virgínia (Melanthium virginicum), pepino-indiano (Medeola virginiana), trílio-cabisbaixo (Trillium cernuum), semente-da-lua-canadense (Menispermum canadense), rabo-de-lagarto-americano (Saururus cernuus), açafrão-do-prado-comum (Colchicum autumnale), cravo-do-brejo (Helonias bullata). Créditos a Raffi Kojian (cipó-chicote), Emőke Dénes (labaça), Kristian Peters (grama-flecha), Fritz Flohr Reynolds (rabo-de-lagarto), H. Zell (cravo-do-brejo) e usuários do Wikimedia Bertblok (grama-de-vagem), Uleli (flor-de-cacho), Jomegat (pepino-indiano), Fungus Guy (trílio), Nadiatalent (semente-da-lua), Cquoi (açafrão-do-prado).

Estas 11 espécies (da esquerda para a direita, de cima para baixo) estavam na ordem Hexandria Trigynia: cipó-chicote (Flagellaria indica), labaça-paciência (Rumex patientia), grama-de-vagem (Scheuchzeria palustris), grama-flecha-do-banhado (Triglochin palustris), flor-de-cacho-da-Virgínia (Melanthium virginicum), pepino-indiano (Medeola virginiana), trílio-cabisbaixo (Trillium cernuum), semente-da-lua-canadense (Menispermum canadense), rabo-de-lagarto-americano (Saururus cernuus), açafrão-do-prado-comum (Colchicum autumnale), cravo-do-brejo (Helonias bullata). Créditos a Raffi Kojian (cipó-chicote), Emőke Dénes (labaça), Kristian Peters (grama-flecha), Fritz Flohr Reynolds (rabo-de-lagarto), H. Zell (cravo-do-brejo) e usuários do Wikimedia Bertblok (grama-de-vagem), Uleli (flor-de-cacho), Jomegat (pepino-indiano), Fungus Guy (trílio), Nadiatalent (semente-da-lua), Cquoi (açafrão-do-prado).

6.4 Hexandria Tetragynia (“seis machos e quatro fêmeas”), seis estames e quatro pistilos em uma flor hermafrodita: Petiveria (guiné).

6.5 Hexandria Polygynia (“seis machos e muitas fêmeas”), seis estames e muitos pistilos em uma flor hermafrodita: Alisma (tanchagens-d’água).

A guiné (Petiveria alliacea, esquerda) era a única espécie na ordem Hexandria Tetragynia, e a tanchagem-d’água comum (Alisma plantago-aquatica, direita) era uma das poucas espécies na ordem Hexandria Polygynia. Créditos a usuários do Wikimedia Toluaye (guiné) e Bff (tanchagem-d’água).

A guiné (Petiveria alliacea, esquerda) era a única espécie na ordem Hexandria Tetragynia, e a tanchagem-d’água comum (Alisma plantago-aquatica, direita) era uma das poucas espécies na ordem Hexandria Polygynia. Créditos a usuários do Wikimedia Toluaye (guiné) e Bff (tanchagem-d’água).

Várias plantas que são de fato geneticamente relacionadas, como aquelas que mais tarde seriam chamadas de “Umbelíferas” e “Liliáceas”, aparecem nas mesmas ordens já no sistema de Linnaeus, mas ainda há muitas discrepâncias bizarras. Por exemplo, como ele pôde classificar o arroz tão distante de outros cereais e gramíneas?

Referências:

Linnaeus, C. (1758) Systema Naturae per regna tria Naturae…

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Novas Espécies: 1ª semana de maio

por Piter Kehoma Boll

Aqui está uma lista de espécies descritas de 1 de maio a 7 de maio. Ela certamente não inclui todas as espécies descritas. A maior parte das informações vem dos jornais Mycokeys, Phytokeys, Zookeys, Phytotaxa, Zootaxa e International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology.

Solanum ossicruentum Martine & J.Cantley é uma nova espécie australiana de tomate-arbustivo descrita essa semana.

Solanum ossicruentum Martine & J.Cantley é uma nova espécie australiana de tomate-arbustivo descrita essa semana.

Bactérias

Plantas

SARs (Stramenopiles + Alveolata + Rhizaria)

Fungos

Rotíferos

Nematódeos

Aracnídeos

Crustáceos

Insetos

Peixes cartilaginosos

Peixes de nadadeiras rajadas

Lissanfíbios

Répteis

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Sexta Sevagem: Amônia-tépida

por Piter Kehoma Boll

Um dos poucos grupos de seres vivos que ainda não foram apresentados na Sexta Selvagem é Rhizaria, um grupo de organismos unicelulares que inclui os famosos foraminíferos. Assim hoje decidi trazer exatamente isso, um foraminífero. E uma boa espécie com a qual começar é Ammonia tepida, ou a “amônia-tépida” como decidi chamá-la.

Uma Ammonia tepida viva. Créditos a Scott Fay.*

Uma Ammonia tepida viva. Créditos a Scott Fay.*

A amônia-tépida é encontrada em águas salobras do mundo todo, ou mais precisamente nos sedimentos depositados em águas salobras do mundo todo. Ela é capaz de tolerar uma ampla escala de temperaturas e graus de salinidade e é considerada uma espécie ideal para estudos em laboratório. Como a maioria dos foraminíferos, a amônia-tépida secreta uma concha de carbonato de cálcio, o qual é depositado na superfície da célula na forma de uma cadeia de câmaras formando um caminho espiralado, assim fazendo-a se parecer com uma pequena concha de caramujo.

Vivendo nos sedimentos, a amônia-tépida se alimenta principalmente de algas, mas também consome bactérias. Em laboratório ela demonstrou ter a habilidade de predar pequenos animais, tais como nematódeos, copépodes e larvas de molusco.

Essa criança tem talento!

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Referências:

Dupuy, C.; Rossignol, L.; Geslin, E.; Pascal, P.-Y. (2010) Predation of mudflat meio-macrofaunal metazoans by a calcareous foraminifer, Ammonia tepida (Cushman, 1926). The Journal of Foraminiferal Research 40 (4): 305–312.

Munsel, D.; Kramar, U.; Dissard, D.; Nehrke, G.; Berner, Z.; Bijma, J.; Reichart, G.-J.; Neumann, T. (2010) Heavy metal incorporation in foraminiferal calcite: results from multi-element enrichment culture experiments with Ammonia tepida. Biogeosciences 7 (8): 2339–2350.

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